Home Destaques Direção do Hugol orienta pacientes para agilizar o atendimento

A direção do Hospital de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol) esclarece que o hospital atende à demanda de urgência e emergência mediante o sistema de regulação das Secretarias (tanto Estadual quanto Municipal) de Saúde. Isso significa que na unidade são atendidos os pacientes vítimas de traumas (acidentes), que para lá são levados pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ou pelo Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate).

No Hugol também são atendidos os pacientes encaminhados pelas unidades básicas e primárias de atendimento à saúde (Cais e Ciams), nesse caso, o paciente passa por um atendimento e uma triagem iniciais e, uma vez estando o diagnóstico dentro do perfil de atendimento do Hugol, o paciente é, nesse caso, imediatamente encaminhado para lá.

“O hospital funciona regulado. Os pacientes que derem entrada aqui o farão pelo sistema de regulação estadual ou municipal. Casos de doenças como gripe, tosse, febre, os pacientes não deverão se dirigir diretamente para cá, e sim para a unidade básica de saúde mais próxima de sua residência, e de lá serão encaminhados para onde for necessário”, esclarece o diretor-geral do Hugol, o médico Hélio Ponciano Trevenzol.

Em funcionamento desde a última segunda-feira, dia 6 de julho, quando foi inaugurado, o Hugol vai aumentar consideravelmente o número de vagas para internações na rede pública de atendimento, beneficiando tanto os habitantes de Goiânia quanto aqueles do interior do Estado.

O diferencial
O perfil de atendimento do Hugol é praticamente o mesmo do Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo), explica Ponciano. Porém, um dos diferenciais do Hugol é que o hospital também presta atendimentos às vítimas de queimadura e é estruturado como unidade de urgência cardiológica com o serviço de Hemodinâmica, além de ter UTI pediátrica e banco para coleta e transfusão de sangue.

Como funciona o acesso regulado

O acesso regulado é feito por meio do gerenciamento dos leitos de internação pela Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia, via Central de Regulação de Goiânia, que promove a avaliação dos casos e encaminhará os pacientes.

Segundo acordo definido entre as Secretarias Estadual e Municipal de Saúde e a Associação Goiana de Integralização e Reabilitação (Agir), organização social que administra o Hugol, o pedido à Central de Regulação é feito sempre pelo Samu, Siate, pela Central de Regulação e também pelos Cais Guanabara 2, Bairro Goiá, Cais Campinas, Vila Nova, Curitiba, Cândida de Morais e Finsocial. Os casos menos graves são encaminhados para os Cais Finsocial, Amendoeiras, Jardim América e Guanabara.

Acesso de paciente do interior

Quem mora no interior também deve seguir o sistema de regulação para ter acesso ao Hugol. O hospital atende preferencialmente os habitantes dos municípios da região Oeste do Estado, que compõem as regionais de Saúde da cidade de Goiás, Iporá e São Luís de Montes Belos. O Samu ou os hospitais destas cidades devem entrar em contato com o Sistema de Regulação de Goiânia, que define o encaminhamento do paciente para o Hugol.

Prioridades no atendimento

O superintendente executivo de Estado da Saúde, Halim Girade, explica que a prioridade de atendimento no Hugol é para os casos de Acidente Vascular Cerebral (AVC), infarto, queimaduras graves e politrauma pediátrico. Também fazem parte deste grupo prioritário os pacientes com politraumatismo residentes nas regiões Noroeste e Oeste de Goiânia, que formam a área de abrangência da unidade.

Avaliação de pacientes e familiares

Acompanhantes de paciente no HugolA dona de casa Lusinete Dias e o seu filho Wender, no último dia 8, estavam no Hugol, por volta das 15 horas. Ela aguardava por notícias de seu esposo, o auxiliar de produção, Pedro Dias, que fora levado para lá, após um acidente de moto. Ela relatou, à equipe do Goiás Agora, que estava sendo atendida e acompanhada por psicólogos da unidade que levavam para ela notícias sobre o estado de saúde de seu esposo, de hora em hora. Segundo ela, o paciente deu entrada no hospital pela emergência (já que o caso dele se enquadrava no perfil da unidade) e o atendimento foi imediato. “O atendimento foi rápido e muito bom, não há do que reclamar”, avalia Lusinete.

Nesse mesmo dia, ainda na emergência do hospital, o aposentado William Ramos, que sofre com problemas cardíacos, aguardava por atendimento ao lado de sua esposa, a vendedora Eli Ramos. Eles moram nas proximidades do hospital e, como o caso do paciente se enquadra em emergência cardiológica, perfil que se encaixa no atendimento do hospital, ele também foi imediatamente atendido no Hugol. “Se continuar assim está ótimo, excelente, a triagem foi super rápida e a estrutura do hospital é muito boa”, considerou a esposa e acompanhante do paciente.

(Com Goiás Agora)

2 Respostas a este post
  1. hospital de última geração , leitos de qualidade superior , comparável com hospital Europeus, Limpissimo , atendimento excelente , visiando sempre o melhor para o paciente destaco que o hospital ainda não atende uma grande demanda de paciente o que por enqnto pode se notar qualidade em todos os serviços . Os funcionarios ainda estao meio perdido muita vezes não sabe te informar coisas básicas estão em fase de adaptação. Se a demanda crescer consideravelmente acredito que sem o treinamento justo , será um hospital cheio de problemas como tantos . Meus votos são para que isso não acontece , que continue sendo um hospital com poucos pacientes .

  2. AINDA NAO CONHEÇO O HOSPITAL, MAS, PARECE EXCELENTE, TUDO VAI DEPENDER, AGORA, DA QUALIDADE DE ATENDIMENTO, TANTO NA RECEPÇAO QUANTO, ESPECIALMENTE, DOS MEDICOS ESPECIALISTAS. TENHO CERTEZA QUE TODOS FARAM O POSSIVEL PARA QUE O ATENDIMENTO SEJA O MELHOR DO PAIS. OBRIGADA GOVERNADOR, O POVO GOIANO MERECE! NOS SITES QUE OLHEI NAO VI O TELEFONE PRA MARCAR CONSULTA, PRECISO DE UM NEUROLOGISTA. QUE DEUS ABENÇOE O HUGOL E SEUS IDEALIZADORES.

Deixe uma resposta para MARI LUZ DE OLIVEIRA Cancelar resposta