Home Opinião As doenças, por Iron Junqueira

Iron Junqueira

Convém compreendamos que somos nós mesmos e mais ninguém os causadores de nossas próprias dificuldades em tudo por tudo: infelicidades, doenças, miséria, etc.
Isto já foi dito e explicado por vários pensadores e a prova dessa assertiva nós mesmos podemos encontrá-la, bastando unicamente sabermos observar em torno de nossa vida para chegarmos à mesma conclusão.

Conheço enfermos vitimados de graves moléstias e que, por mais busquem os recursos clínicos, não alcançam a melhoria que tanto anseiam. Desses enfermos, pode-se constatar que, antes do mal ser físico, já era de há muito, mental.

Um senhor que sofre de epilepsia, padece as crises dessa enfermidade somente quando se irrita ou quando se preocupa vez que essas vibrações negativas acarretam, à sua mente, ondas neuróticas pesadíssimas, não falando da influência desastrosa de possíveis entidades das trevas, que é uma força doentia já provada pelos estudiosos de qualquer tempo.

O epiléptico passa, às vezes, duas, três semanas sem o baque da crise se está calmo e alimentando-se de pensamentos sadios em todos os pontos, principalmente se resguarda da irritação. Entretanto, se ele se entrega à revolta, à alguma preocupação, as crises lhe tornam constantes, na iminência até de levá-lo à loucura.

E é justamente por isto que certo médico que perambulou há tempo pela terra dizia — “Orai e vigiai, para que não caias em sofrimento”. Positivamente, as palavras daquele Clínico tinham razão de ser, pois que, ocupando nossos pensamentos com vibrações sadias, como a prece ou alguma leitura salutar, estaremos fechando nossa mente a pensamentos inferiores que não só podem irritar como ainda atrair ondas vibratórias doentias por sobre quem pensa, no caso, nós, claro.

E se as doenças aparentemente mais graves são consequências de mentes enfermiças que se entregam ao pessimismo e à revolta, as doenças mais vulgares, então, muito mais possibilidades têm de serem oriundas de pensamentos e vibrações negativas.

Por outro lado, conheço pessoas que, apesar de bastante avançadas na idade, não apresentam a idade que realmente têm: são fortes, alegres, sadias, simplesmente porque, amadurecidas na compreensão, livraram-se de toda e qualquer enfermidade após transformarem-se intimamente, passando a energizar-se unicamente de mentalizações elevadas, se a sombra da revolta, do pessimismo ou de qualquer outra força negativa.

Que aprendamos com o filósofo que disse: “mente sã, corpo são”.

Deixe um comentário